quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Compressão/técnicas de compressão com perdas e sem perdas


Compressão com perda de dados


Um método de compressão de dados é dito com perda quando a informação obtida após a descompressão é diferente da original (antes da compressão), mas suficientemente "parecida" para que seja de alguma forma útil. Este tipo de compressão é frequentemente utilizado para compactar áudio e vídeo para a internet. Opõe-se à compressão sem perda de dados.

Tipos de compressão com perda de dados:

Existem dois esquemas básicos de compressão com perda de dados:
  • Em codecs de transformação, amostras de imagem ou som são tomadas, cortadas em segmentos pequenos, transformadas em um novo espaço de base, e quantizadas. Os valores quantizados resultantes são então codificados.
  • Em codecs de previsão, dados codificados anteriores ou subsequentes são usados para prever a atual amostra de som ou quadro de imagem. A diferença entre os dados previstos e os reais, junto com qualquer informação extra necessária para reproduzir a previsão, é então quantizada e codificada.
Em alguns sistemas as duas técnicas são combinadas, com codecs de transformação sendo usados para comprimir os sinais diferenciais gerados pelo estágio de previsão.



Compressão sem perda de dados


O termo compressão sem perda de dados refere-se a métodos de compressão de dados aplicados por algoritmos em que a informação obtida após a descompressão é idêntica à informação original (antes de ser comprimida), em oposição à compressão com perda de dados.

Tipos de compressão sem perda de dados:

  • som/áudio
    • Apple Lossless - ALAC (Apple Lossless Audio Codec)
    • Direct Stream Transfer - DST
    • Free Lossless Audio Codec - FLAC
  • imagens fixas
    • ABO (Adaptive Binary Optimization)
    • GIF - graphic Interchange Format
    • PNG - Portable Network Graphics
    • JPEG-LS - lossless/near-lossless compression standard
  • vídeo/animação
    • Huffyuv
    • SheerVideo
    • CorePNG 
  • arquivos
    • ZIP
    • 7z
    • RAR




segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Pixel, resolução, profundidade de cor

A palavra pixel é oriunda da junção dos termos picture e element, formando, ao pé da letra, a expressão elemento de imagem. Ao visualizarmos uma imagem com alto índice de aproximação ,é possível identificar pequenos quadrados coloridos nela, que, somados, formam o desenho completo.
Esses pontos, que são a menor parte de uma imagem, levam o nome de pixels. A partir da noção do pixel como uma medida da qualidade das imagens, foi propagado o termo “resolução” para atribuir quantos pixels em altura e largura uma foto tem.







A resolução é o que define em quantas vezes a imagem será fragmentada em cada direção, ou seja, a quantidade e o tamanho destes quadradinhos. Exemplo: resolução de 800 x 600 significa que a sua imagem será formada por 800 quadrados de largura e 600 de altura. Não é difícil deduzir que quanto menores forem estes quadrados melhor será a qualidade do desenho formado, ou seja, quanto maior a resolução melhor será a qualidade das imagens formadas em seu vídeo. No caso do Windows, também será maior a sua área de trabalho.




Paleta de cores em formato de 2-bits.
A cor de cada pixel é representada por um número. Cada número corresponde a uma cor na paleta
Profundidade de cor, ou color depth, é um termo da computação gráfica que descreve a quantidade de bits usados para representar a cor de um único pixel numa imagem bitmap. Este conceito é conhecido também como bits por pixel (bpp), particularmente quando especificado junto com o número de bits usados. Quanto maior a quantidade da profundidade da cor presente na imagem, maior é a escala de cores disponível.








quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Cor

  

 Cor é a impressão que a luz refletida ou absorvida pelos corpos produz nos olhos. A cor branca representa as sete cores do espectro: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. A cor preta é a inexistência de cor ou ausência de luz.
 A Teoria da Cor:
A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona do visível), e por alguns animais através dos órgãos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar os objetos do espaço com maior precisão.
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Modelos de Cor:
Os modelos de cor fornecem métodos que permitem especificar uma determinada cor, quando se utiliza um sistema de coordenadas para determinar os componentes do modelo de cor, está-se a criar o seu espaço de cor.
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RGB (Red, Green, Blue)
RGB é a abreviatura do sistema de cores aditivas formado por Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue). O propósito principal do sistema RGB é a reprodução de cores em dispositivos eletrônicos como monitores de TV e computador, scanners e câmeras digitais, assim como na fotografia tradicional.
Disco de cores RGB


CMYK (Cyan, Magenta, Yellow e BlacK)
O Modelo CMYK baseia-se na natureza, na forma como ela reflecte e absorve as cores. É um modelo subtractivo. As cores são criadas pela redução de outras à luz que incide na superfície de um objecto. As cores primários do CMYK são as secundárias do RGB. É utilizado na impressão em papel, empregando as cores do modelo CMY e a tinta preta (k) para realçar melhor os tons de preto e de cinza.
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HSV
O modelo HSV é definido pelas grandezas tonalidade (Hue), saturação(Saturation) e valor, (Value), onde este último representa a luminosidade ou o brilho de uma cor. Importante realçar que : A tonalidade e a saturação são elementos de crominância, poisfornecem informação relativa à cor. A perceção da luminosidade (luz refletida) e do brilho (luz emitida) são elementos de luminância.

YUV
O modelo YUV Guarda a informação de luminância separada 
da informação de crominância ou cor. Assim, é definido pela componente luminância (Y) e pela componente crominância ou cor (U = blue – Y e V= red – Y). É utilizado por televisões.

Uma imagem vale mais do que mil palavras




"Uma imagem vale mais do que mil palavras" é uma frase que se adequa perfeitamente à seguinte página do jornal Público de Dezembro de 2013. É incrível como uma imagem tão 'simples' pode ter tanto significado e tanta força. Razão mais do que suficiente para esta ter sido uma das capas escolhidas pelo conceituado The Guardian para figurar entre as melhores capas do Mundo em homenagem a Nelson Mandela (como podem ver aqui).

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Nuvem de palavras

Elaborámos a seguinte nuvem de palavras com músicas do artista Eminem aka Slim Shady aka Marshall Mathers aka Rabbit aka Rain Man aka White guy from D12:





















Para criar esta nuvem de palavras usámos o seguinte generator:
http://worditout.com/

Tipos de fontes: bitmapped e escaladas


Fonte bitmapped: As fontes bitmapped são guardadas como uma matriz de pixéis, perdem qualidade ao serem ampliadas. Se uma impressora não suportar fontes bitmapped,  não pode imprimi-las. As cinco fontes bitmapped são: courier, MS Sans Serif, Small e Symbol.

Courier é uma fonte tipográfica monoespaçada, de serifa egípcia, projetada para assemelhar a saída de uma batida de máquina de escrever. A tipografia foi projetada por Howard “Bud” Kettler em 1955.

Classificação: Serifa egípcia monoespaçada
Ano:1955
Designer: Howard “Bud” Kettler
Variantes: Courier New, Courier Standard


Fonte escalada: As fontes escaladas são definidas através de vectores, matematicamente. Nunca perdem definição ao serem ampliadas. Foram desenvolvidas pela Adobe e são o formato nativo do PostScript.

Minion é um nome de um tipo formatado por Robert Slimbach em 1990 para Adobe Systems. . É inspirada na época Renascentista. No dia 8 de julho de 2010, foi adotado como mascote do filme norte-americano Despicable Me.

Classificação: Serifa de velho estilo
Ano: 1990
Designer: Robert Slimbach
Empresa: Adobe Minion Pro

Fonte tipográfica

Uma fonte tipográfica (também chamada de tipo ou, simplesmente, fonte) é um padrão, variedade ou coleção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho (corpo). A expressão fonte tipográfica é eventualmente usada como um sinónimo de família tipográfica. A família tipográfica, porém, é geralmente descrita como um conjunto de variações de determinada fonte (negrito, itálicoversalete, etc.)
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Fonte Arial:
Esta fonte foi desenvolvida como uma fonte bitmao sem-serifa por Robin Nicholas e Patricia Saunders em 1982 nos escritórios da Monotype no Reino Unido, por encomenda da IBM, a qual usava uma fonte similar, a Helvetica, adquirida à Linotype, na impressora IBM 4250.
Arial é uma Família tipográfica sem-serifa, ou seja, um conjunto de fontes (como Arial Bold, Arial Italic, Arial Bold Italic) derivadas da fonte “padrão” Arial (ou Arial Regular). Também pode designar uma fonte específica, a Arial Regular(normalmente não se utiliza o termo “regular” para uma fonte sem negrito, itálico, condensada ou expandida).
Fontes: